Arquitetando AI

Arquitetando AI

Você projeta. Ela automatiza o resto.

É a IA que automatiza o seu escritório de arquitetura — trabalhando dentro dos grupos de WhatsApp que você já usa. Ela manda o orçamento em dias em vez de semanas, conta as horas que o projeto realmente leva, registra cada decisão com fonte e cobra os prazos por você. Sem mudar nada do seu jeito de trabalhar — e sem nunca falar por você.

O que você ganha de volta não é só tempo. É poder projetar uma hora inteira sem checar o WhatsApp — sem ser o plantão de quatro grupos ao mesmo tempo, para não deixar nada cair.

Falar no WhatsApp

Nada para instalar. Começa na conversa.

Hoje
Grupo da obraCabeceira: pinus
+16 fotos
Fornecedorchega segunda 👍
áudio · 4:32
Clienteera mármore ou nanoglass?

Quatro grupos, dezenas de fotos, áudios. Está tudo lá — e ninguém acha. A memória do escritório é você.

Com o Arquitetando AI
cabeceira — pinus
decisão · você · 17/06 14:32
bancada — mármore travertino
memorial · aprovado 02/05
cotação da viga — Marcão, até sexta
tarefa aceita · cobrança automática dia 09

Cada linha com dono, data e fonte. A pergunta do cliente se responde em segundos — hoje e daqui a três anos.


como a gente sabe

A gente não achou. A gente leu.

Antes de escrever uma linha de código, lemos as conversas reais de dois escritórios de arquitetura na íntegra — texto e áudio, sem amostra e sem atalho. As dores abaixo não são hipótese: têm data, citação e consequência.

30 mil+mensagens reais de dois escritórios, lidas na íntegra
2.473 + 595mensagens e áudios de um projeto inteiro, conferidos contra a verdade de campo
Nove buracosque se repetem na arquiteta solo e no estúdio de seis pessoas

dor por dor

Nove buracos. O que é, como é hoje, e o que ela faz.

Na ordem em que doem — a ordem que uma arquiteta nos deu, não a que a gente imaginou. Cada um saiu das conversas reais que a gente leu, com data, citação e consequência. Nenhum deles é hipótese. Os dois primeiros são a mesma ferida vista dos dois lados: a decisão não tem lugar, então o lugar acaba sendo você.

01

A decisão que se perde no meio da conversa

O que éUma escolha real do projeto — material, medida, acabamento — decidida no grupo e que nunca é registrada em lugar nenhum.

Como é hoje “Cabeceira: pinus”

Escrito entre 16 fotos e dois áudios. Ninguém respondeu, e o silêncio virou “aceito”. A marcenaria seguiu com outra coisa: o erro apareceu 34 dias depois, com a peça pronta e paga.

Com o Arquitetando AI

No instante em que a decisão é dita, ela vira uma linha registrada — com quem disse, onde e quando — e a assistente avisa ali no grupo o que anotou.

Se ela anotou errado, você corrige por texto e pronto. Não existe cartão para confirmar, não existe fila para revisar: registrar é automático, corrigir é a exceção.

02

Você é o banco de dados do escritório

O que éToda informação do projeto vive na sua cabeça e no histórico do WhatsApp. Não existe lugar para consultar — existe você.

Como é hoje “Era mármore ou nanoglass?”

1h45 rolando conversa para achar uma medida que você mesma decidiu. E quando um grupo é apagado ou o celular é trocado, a memória daquele projeto evapora junto.

Com o Arquitetando AI

Cada decisão registrada alimenta a memória do projeto. Você (ou seu cliente) pergunta no grupo e a resposta vem em segundos, com a fonte: quem decidiu, quando, em qual conversa.

Se não houver registro, ela diz que não tem e pergunta. Ela nunca chuta — só afirma o que pode provar.

03

A cobrança que sobra pra você

O que éO fornecedor promete um prazo e some. Lembrar dele, todo dia, vira um trabalho seu que ninguém contratou.

Como é hoje “Chega segunda”

Três semanas seguidas, a mesma frase. Num único dia, cinco cobranças antes das 10h — e um dos casos acabou no Procon. Cobrar não é o seu trabalho, mas é o seu tempo.

Com o Arquitetando AI

A promessa vira uma tarefa com data, dono e fonte. No dia combinado, é ela quem cobra — no grupo do fornecedor, educada e específica (“o combinado era sexta; consegue confirmar?”).

Não veio? Ela escala uma vez para você — não dez. E o histórico de quem cumpre e quem atrasa fica no dossiê daquele fornecedor.

04

A cotação que não bate com a especificação

O que éO orçamento chega com um material ou acabamento diferente do que foi especificado — e ninguém confere linha a linha.

Como é hoje “Veio polido; a spec pede levigado”

Passou na correria. A diferença só aparece na obra, quando a peça já está instalada e trocar custa caro — em dinheiro e em relação com o cliente.

Com o Arquitetando AI

Ela compara o que o fornecedor mandou com o memorial do projeto e aponta a diferença no grupo, com as duas linhas lado a lado: o que foi pedido, o que veio.

Antes de virar obra, enquanto ainda é só um ajuste de orçamento.

05

A rajada de decisões que ninguém consolida

O que éDias em que tudo é decidido de uma vez, na correria da reunião ou da visita, sem ninguém fechar a lista no fim.

Como é hoje “Esquecemos o puxador”

Vinte decisões numa tarde só. No fim, ninguém consolidou — e o item que faltou só aparece na montagem, quando o marceneiro pergunta.

Com o Arquitetando AI

Uma lista colada no grupo vira uma decisão registrada por linha, na hora, sem depender de ninguém lembrar de organizar depois.

O memorial fica vivo, e o que ficou em aberto aparece no seu resumo de fim de dia — antes de virar surpresa.

06

O cliente virou o carteiro da própria obra

O que éA coordenação entre fornecedores acaba passando pelo cliente — que não tem como fazer isso e não deveria estar fazendo.

Como é hoje Cinco canais em paralelo

O marido da cliente consolidando quatro fornecedores no meio do caminho. O cliente vira o gargalo da própria obra — e se estressa com um trabalho que não é dele.

Com o Arquitetando AI

Cada assunto tem um responsável. Ela roteia por matéria: elétrica com o eletricista, marcenaria com o marceneiro, dinheiro e escopo com você.

A cobrança acontece no grupo certo, com a pessoa certa. O cliente volta a ser cliente.

07

O dinheiro que não entra na conversa

O que éHonorário, parcelas e escopo vivem fora do registro do projeto — como se não fizessem parte dele.

Como é hoje 4,5 meses, zero menção a dinheiro

Parcela do marco esquecida, prestação de contas montada na mão no fim do mês, e serviço novo entrando de graça porque ninguém marcou que aquilo estava fora do combinado.

Com o Arquitetando AI

Contrato e fases ficam registrados. Fase aprovada, ela propõe a parcela no dia do marco — e a cobrança só sai com o seu toque. Dinheiro nunca sai da boca dela sozinho.

Pedido novo no grupo é sinalizado como fora do escopo combinado, com a fonte, para você decidir se cobra ou se oferece.

08

A reunião que vira nada

O que éO que foi combinado numa reunião não vira compromisso de ninguém — some junto com a chamada.

Como é hoje “Quem ficou de fazer isso?”

Uma hora de reunião, tudo alinhado. Duas semanas depois, ninguém sabe quem ficou de quê. A ata, quando existe, é você quem escreve à noite.

Com o Arquitetando AI

Ela participa da reunião, gera a ata estruturada (pauta, discussão, decisões, responsáveis) e transforma o que foi combinado em tarefas.

Cada dono toca “assumo” — o único toque de quem executa. Sem aceite, a tarefa continua aberta e é o aceite que se cobra. Ninguém deduz que foi feito.

09

Os projetos que já estão andando

O que éAdotar qualquer sistema novo normalmente significa começar do zero e abandonar o histórico das obras em curso.

Como é hoje “E o que já está no meio?”

Justamente onde está a informação que dói perder: meses de conversa, decisões e áudios das obras que estão acontecendo agora.

Com o Arquitetando AI

Dia 1: você exporta a conversa do projeto e ela lê tudo — texto e áudio — montando o quadro do que já foi decidido, com a fonte de cada linha.

Você revisa por áudio, corrige o que estiver torto, e o projeto entra já com passado. Nada recomeça do zero.

Aprovação por pessoaEntregável com versão, placar de quem já aprovou, e aviso para quem abriu a versão velha.
Agenda no seu GoogleEla oferece horários, marca a reunião, manda o link e lembra na véspera.
Relatório de fim de diaO que ela registrou, cobrou e respondeu — incluindo onde preferiu ficar quieta.
Dossiê do fornecedorQuem cumpriu prazo, quem atrasou, quem errou a spec — o histórico que hoje só existe na sua cabeça.

antes de tudo isso

Ganhar o projeto. E cobrar o que ele vale.

Tudo acima acontece com o projeto já rodando. Mas os cinco buracos mais caros estão antes — em ganhar o cliente e em acertar o preço. Estes vieram de uma sessão com uma arquiteta sobre os documentos reais dela: o orçamento, o contrato assinado e a planilha de horas.

10

O orçamento que leva dez dias para sair

O que éO tempo entre a pessoa demonstrar interesse e o orçamento chegar na mão dela. É a fase em que se ganha ou se perde o projeto.

Como é hoje “Eu demoro uns 10 dias”

“…porque estou ocupada com outras coisas. Preciso ter um tempo para conseguir fazer isso.” Os dez dias não são de trabalho — são de fila. O orçamento pede um bloco de uns 3 dias, e bloco grande é justamente o que a agenda não tem. Enquanto ele espera, o cliente esfria — teve quem sumisse, fechasse com outro escritório e só voltasse meses depois.

Com o Arquitetando AI

A assistente participa da primeira reunião (marcada e gravada por ela), captura o escopo dito ali e monta o rascunho do orçamento — com os seus ambientes, as suas etapas e as suas médias reais de horas.

Você revisa e manda. De dez dias para dois — e se o cliente sumir, é ela quem cobra a resposta.

O ponto não é você trabalhar mais rápido. É o orçamento passar a caber numa janela de uma hora, em vez de um bloco de três dias. Hora vaga sempre tem.

11

As horas que ninguém consegue anotar

O que éO preço certo sai das horas que o projeto realmente leva. Mas anotar hora é um trabalho que compete com o trabalho — e sempre perde.

Como é hoje “Às vezes eu não preencho”

“Eu tenho uma planilha que eu tento preencher. Às vezes funciona. Às vezes eu não preencho.” E onde preencheu, ela provou o problema: uma etapa prevista em 24h levou 33h. Onde não preencheu, ficou 0:00 — como se a fase não tivesse existido.

Com o Arquitetando AI

Ela conta sozinha o que dá para contar: reunião tem início e fim reais, entrega tem hora. O resto você manda por áudio quando levanta da mesa — e o que faltar, ela pergunta uma vez por dia, junto do resumo da noite.

Depois de alguns projetos você tem a média real por ambiente. Aí o preço para de sair por metro quadrado e passa a sair por hora medida — que é como deveria ser desde sempre.

AArquitetando AIsó você vê esta conversa
Você (14h20)🎤 uma hora no estudo da cozinha, projeto da Bia
Arquitetando AIAnotei ✅ 1h · Estudo preliminarCasa de praia · hoje
Arquitetando AI · 19hFechando o dia — 4h30
Reunião com a Bia: 1h30 ✓ (contei sozinha)
Estudo da cozinha: 1h ✓ (você mandou)
Casa de praia · executivo: 2h ✓

Estudo preliminar da Bia: 29h de 24h previstas — 5h acima, faltando as vistas.
Vi que você mexeu no Cabanas — quanto tempo?responda por áudio · única pergunta do dia
12

Cobrar o cliente sem virar a chata

O que éContrato para assinar, entrada, parcela do marco. Pendências suas que morrem afogadas no fluxo da conversa.

Como é hoje “O cliente esquece”

“As conversas vão acontecendo e o cliente esquece.” E cobrar custa caro emocionalmente: “eu espero uns 2 ou 3 dias” antes de ir atrás — para não parecer chata com quem você quer manter por perto.

Com o Arquitetando AI

A assistente cobra no dia, no grupo do cliente, educada e com a fonte: “o contrato está aí para assinatura desde terça”. Não é você pedindo — é ela lembrando, e isso não custa nada à relação.

E nada sai sem o seu toque: ela propõe no seu privado, você libera. Dinheiro nunca sai da boca dela sozinho.

13

O escopo que entra de brinde

O que éEntre o “aprovei” e a assinatura, o cliente se empolga e pede mais um ambiente, mais um serviço. E você refaz tudo de graça.

Como é hoje “Foi quase como um brinde”

“Ela pediu para acrescentar um lavabo. Como já estava em negociação, quase fechando, acabei não mudando o valor. Foi quase como um brinde — mas o ideal era que mudasse o valor.” Pela tabela dela, aquele lavabo valia ~R$ 800.

Com o Arquitetando AI

No instante em que o pedido aparece, ela te diz no privado: “lavabo soma ~10h e R$ 800, e 4 dias no cronograma. Recalculo, ou entra como cortesia?”

Ela não te obriga a cobrar. Você continua livre para dar o brinde — mas dando de propósito, sabendo o tamanho, em vez de descobrir no fim.

14

O briefing raso que se vinga três fases depois

O que éO briefing parece uma etapa de coleta, e por isso é a primeira a ser apertada quando o tempo aperta. Só que é ele que define o custo de todas as fases seguintes — e a conta chega no estudo, no conceito e no executivo.

Como é hoje “Refazer o projeto várias vezes”

“O briefing pode falhar se a gente não trouxer as perguntas corretas. Ele falha no sentido de ter que refazer ou ajeitar o projeto várias vezes.” Está medido na planilha dela: o Estudo Preliminar previsto em 24h levou 33h — o ir-e-voltar.

Um escritório com 11 anos mediu o mesmo, por outro caminho: “já teve conceito que levou 2 horas e outro que levou 3 semanas, para o mesmo tipo de projeto. A diferença nunca foi inspiração. Foi a qualidade do briefing.”

Com o Arquitetando AI

O briefing deixa de ser uma reunião e vira conversa. Ela pergunta em blocos pequenos ao longo de dias, só sobre os ambientes que existem, e aceita áudio — porque ninguém responde 60 perguntas de uma vez.

A reunião continua sendo sua: ela prepara o roteiro e grava, nunca substitui. No fim, o documento de diretrizes sai montado e o cliente aprova lendo, não preenchendo.

Ganho estimado pela própria arquiteta: metade das rodadas de ajuste. Essas são as horas que ninguém cobra — então cortar metade não economiza tempo, devolve margem.


onde fica

E onde tudo isso vai parar?

Em três lugares — e você só precisa lembrar de um: o WhatsApp. Os outros dois existem para quando você quiser olhar o todo. Nenhum deles é um sistema para você alimentar.

Superfície 01

No grupo do projeto

É onde a conversa já acontece — com o cliente, a equipe, os fornecedores. A assistente participa como parte do escritório: avisa o que anotou e cobra os prazos combinados.

Para o cliente e para o fornecedor, nada muda. Ninguém instala nada, ninguém preenche nada. Eles só veem uma assistente organizada no grupo.

🏠Casa de praia · Beatrizvocê, Beatriz, Marcão +2
VocêCabeceira: pinus
Arquitetando AIAnotei ✅ cabeceira — pinusfonte: você · hoje 14:32
Arquitetando AIMarcão, o combinado era a cotação da viga até sexta. Consegue confirmar?
Superfície 02

No seu privado com ela

A conversa 1:1 que só você tem. É por aqui que chega o que precisa de você — e só duas coisas precisam: liberar algo que compromete para fora, e o aceite de uma tarefa sua.

No fim do dia, o resumo: o que ela registrou, cobrou e respondeu — incluindo onde ela preferiu ficar quieta.

AArquitetando AIsó você vê esta conversa
Arquitetando AIA fase Executivo da Casa de praia foi aprovada pela Beatriz. Proponho a parcela do marco? aprovação registrada · ontem 18:04 Pode enviarAinda não
Arquitetando AIResumo de hoje
4 decisões registradas · 2 prazos cobrados · 1 pergunta respondidafiquei quieta em 3 conversas
Superfície 03

Na web do escritório

É aqui que a conversa vira organização. Um projeto por obra, dividido nas fases do seu próprio contrato — obra e regulatório só aparecem se você contratou.

Dentro de cada projeto, tudo o que a conversa produziu, separado por assunto: decisões, memorial, entregáveis, financeiro, fornecedores, atas e pessoas. Cada linha com a sua fonte — clicou, vê a mensagem original.

Você não precisa abrir isso para funcionar. Ela existe para quando você quer ver o todo, mandar um resumo ao cliente, ou achar uma coisa de três anos atrás.

arquitetando.ai
Casa de praia · Beatriz
OrçamentoContratoBriefing EstudoExecutivoPós-entrega
VisãoDecisõesMemorialEntregáveisFinanceiroAtas
cabeceira — pinus
você · grupo do projeto · 17/06
bancada — mármore travertino
Beatriz aprovou · ata de 02/05
piso social — porcelanato 90×90
você · áudio de 28/04 · 2:14

um caso inteiro

A reunião: do convite à tarefa aceita.

É o fluxo mais completo, e o que mais devolve tempo. Você conecta sua conta Google uma vez, no começo — e a partir daí a reunião marca, acontece, vira ata e vira tarefa sem você escrever nada.

Passo 01 · marcar

Sem ping-pong de horário

Você pede no grupo ou no privado. Ela olha a sua agenda do Google, oferece os horários que estão realmente livres e deixa o cliente escolher ali mesmo.

Escolhido, ela marca: cria o Google Meet, manda o convite para todo mundo e lembra na véspera.

🏠Casa de praia · Beatrizvocê, Beatriz, Marcão +2
Vocêpreciso fechar o executivo com a Beatriz essa semana
Arquitetando AITenho estes horários livres na sua agenda: ter 10hqua 15hqui 9h
Beatrizquarta 15h fica ótimo 👍
Arquitetando AIMarcado ✅ qua, 15h · Google Meetconvite enviado · lembro na véspera
Passo 02 · a reunião

Ela entra junto e escuta

Na hora, a assistente entra na reunião como participante do escritório — apresentada, visível, nunca escondida.

A gravação e a transcrição são as do próprio Google Meet, que você já paga na sua conta. Ninguém precisa gravar no celular nem tomar nota.

Você
Beatriz
Marcão
Arquitetando AI
gravando · transcrevendo Casa de praia · Executivo
Passo 03 · a ata

A ata pronta, minutos depois

Não é a transcrição crua nem um resumo solto: é uma ata estruturada — participantes, pauta, o que foi discutido, o que foi decidido e o que ficou para cada um.

Ela publica no grupo. E as decisões da ata entram no registro do projeto com a fonte apontando para a reunião — clicou, você ouve o trecho.

Ata · Casa de praia — Executivo
qua 04/09, 15h00–15h48 · Você, Beatriz, Marcão
Decisões
  • Cabeceira: pinus pintado (mantém o combinado de 17/06)
  • Bancada: mármore travertino — aprovado pela Beatriz
  • Viga do vão: 3,20 m, confirmado com o calculista
Tarefas
  • Enviar cotação da viga metálica — Marcão · até sex 06/09
  • Aprovar a planta de forro — Beatriz · até seg 09/09
Em aberto
  • Puxador da marcenaria — sem definição
Passo 04 · as tarefas

Cada tarefa vai ao dono — que aceita

O que ficou combinado não fica na ata: vira tarefa com dono e prazo, entregue a quem tem que fazer — o fornecedor no grupo dele, a sua equipe no privado dela.

O dono toca “assumo”. É o único toque de quem executa — e é o que mata o fechamento por dedução (“o Marcão mandou, né?”). Sem aceite, ela cobra o aceite, não a entrega.

Daí para frente é automático: cobra no dia, escala uma vez se não vier, e o que ficou em aberto aparece no seu resumo.

🔨Casa de praia · Marcãogrupo do fornecedor
Arquitetando AIMarcão, saiu da reunião de hoje uma tarefa para você: enviar a cotação da viga metálica — até sexta, 06/09. fonte: ata de 04/09 · 15h48 AssumoNão é comigo
Marcãoassumo, mando quinta 👍

visão geral

Como fica o seu dia.

Nada no seu jeito de trabalhar muda: você continua conversando no WhatsApp, com as mesmas pessoas, nos mesmos grupos. O que muda é o que sobra para você fazer.

Quando chega um cliente

A reunião de entendimento é marcada e gravada por ela. Do que foi dito ali sai o rascunho do orçamento, com as suas horas reais — você revisa e manda. Dois dias, não duas semanas.

Ao acordar

Em vez de abrir quatro grupos para lembrar onde cada obra parou, você recebe um resumo do que aconteceu — e do que precisa de você hoje.

Durante o dia

Você decide no grupo como sempre decidiu. O registro acontece atrás de você, sem formulário, sem confirmar nada. Se ela anotar errado, uma frase corrige.

Quando o cliente pergunta

“Qual era a pedra da bancada?” é respondido em segundos, com a fonte — muitas vezes antes de você ver a mensagem.

Quando o prazo chega

Quem cobra o fornecedor é ela, no dia, com educação. Você só entra quando ela escala — uma vez, não dez.

No fim do dia

Um relatório com os números que você nunca teve: as horas do dia por projeto e fase, previsto × real da fase em que está, o que está parado e há quantos dias, e quantas mensagens ela respondeu sem você. Você não anotou nada disso — ela mediu. Se sobrou alguma hora que ela não viu, é aí que ela pergunta: uma vez, com o palpite pronto.

No fim da fase

A parcela é proposta no dia do marco, para você liberar com um toque. Escopo novo é sinalizado antes de virar trabalho de graça.

Daqui a três anos

O cliente liga perguntando a tinta do quarto da filha. A resposta está lá, com a fonte — porque foi registrada no dia em que foi decidida.

AArquitetando AIsó você vê esta conversa
Arquitetando AI · 19hSeu dia — 6 de setembro

Horas
Casa da Bia · estudo: 2h30
Cabanas · executivo: 1h
Comercial (reunião Ap. 402): 45min

Onde as fases estão
Casa da Bia · estudo: 29h de 24h previstas
Cabanas · executivo: 11h de 40h

Parado
Orçamento do Ap. 402: 3 dias sem resposta
Marcenaria Cabanas: 6 dias sem retorno do Júnior

Sem você
14 mensagens respondidas com fonte
1 escalei para você (o Júnior, hoje de manhã) uma vez por dia · você não anotou nada disso

Hoje esses números não existem em lugar nenhum — medir é um trabalho que compete com o trabalho, e sempre perde. A assistente mede porque já está lá quando acontece.

O escritório para de depender da sua memória.

É isso que muda de verdade. Hoje, se você tirar férias, adoecer ou simplesmente estiver numa visita de obra, o projeto trava — porque o que segura tudo é você lembrar. Com cada decisão registrada, cada prazo cobrado e cada pergunta respondida com fonte, o escritório passa a funcionar sem estar pendurado na sua cabeça. E o seu tempo volta para o que fez você ser arquiteta: projetar.

como funciona

Ela anota e avisa. Você corrige por exceção.

A pior coisa que um sistema pode fazer com uma arquiteta ocupada é pedir confirmação o tempo todo. Aqui é o contrário: o registro é automático e corrigível — e o toque fica só onde compromete de verdade.

01

Você apresenta ela no grupo

O Arquitetando AI entra nos grupos dos seus projetos como parte do escritório — apresentada por você, com nome e papel claros.

02

Ela transforma conversa em registro

Decisão dita no grupo vira linha registrada, com fonte, na hora — e ela avisa ali mesmo o que anotou. Errado? Você corrige por texto.

03

Você revisa no fim do dia

Um resumo do que ela registrou, cobrou e respondeu — incluindo onde ela preferiu ficar quieta. Sem fila de aprovação para limpar.

Só duas coisas pedem um toque

  • O dono aceitar uma tarefa. Quem vai fazer confirma que assumiu — é o único aceite do lado de quem executa.
  • Você liberar o que compromete para fora. Uma parcela, uma cobrança, uma mensagem em nome do escritório sobre dinheiro, escopo ou relação. Isso nunca sai sem você.

o que a protege

A relação continua sendo sua.

A conversa com seu cliente é o seu negócio. Estas regras não são configuração — são como a assistente foi construída.

Ela nunca fala como se fosse você.Assina sempre, com identidade própria, e se refere a você em terceira pessoa.

Combinado é palavra sua.Decisão de projeto, preço e “fechado” não saem da boca dela.

Só afirma com fonte.Quando não tem registro, ela pergunta em vez de chutar. E admite o erro na hora.

Discreta no grupo do cliente.Ela consolida, não tagarela. O afeto com o cliente é seu.

Você tira ela de um grupo quando quiser.O controle da régua é seu, a qualquer momento.

Os dados são seus.Um escritório nunca vê o do outro. Saída fácil, com o que é seu na mão.

Quer construir isso com a gente?

Estamos abrindo o piloto para poucos escritórios — as arquitetas que vão dizer o que fica, o que muda e o que não serve. Se o que está aí em cima se parece com o seu dia a dia, chama no WhatsApp: a conversa já começa com a assistente.